Como as empresas estão lidando com o coronavírus?

Cursos online gratuitos, aportes financeiros, férias coletivas e home office. Em meio à pandemia, as empresas precisam se reinventar. Dá uma olhada em como grandes marcas estão enfrentando a situação!

como as empresas estão lidando com o coronavírus

A Covid-19 começou na China, mas já se espalhou por todo o mundo. Os dados que afetam a saúde pública são atualizados diariamente e não param de aumentar. Na Itália, por exemplo, o número de óbitos motivados pela pandemia já chegou a mil em menos de 24 horas. Mas, diante de todos os efeitos causados por essa crise global, há outra preocupação que atinge a sociedade: a economia. Por isso é importante saber como as empresas estão lidando com o coronavírus.

Venha com a gente e descubra como as grandes marcas — a exemplo de Facebook, Mc Donald’s, iFood e operadoras de telecomunicações instaladas no Brasil — estão enfrentando um momento jamais vivido na era contemporânea.

Nos tópicos abaixo, portanto, você encontrará informações sobre os impactos da crise pandêmica e o que sua empresa deve fazer seguindo o exemplo de organizações que são líderes de mercado.

Quais são os impactos do coronavírus nos negócios?

De modo geral, a pandemia de coronavírus tem afetado duas áreas fundamentais da sociedade mundial: a saúde pública e a economia. A saúde porque, no fim das contas, são as vidas das pessoas que estão em jogo e que devem, em primeiro lugar, ser preservadas.

É por isso que governantes de diversos países têm decretado estado de calamidade pública e adotado medidas em nível de cenário de guerra.

Entre as decisões governamentais para conter a proliferação da doença está a quarentena, que nada mais é do que o isolamento social imposto às pessoas para mitigar os riscos de contaminação.

Além disso, pode-se destacar o fechamento obrigatório do comércio não essencial, a paralisação de diversas atividades, a suspensão de qualquer evento ou reunião que possa causar aglomeração de pessoas e o cancelamento de viagens caseiras e internacionais. Essa somatória de ações impacta diretamente as empresas e os negócios como um todo.

Dados

Segundo dados replicados pelo portal Infomoney, a crise motivada pelo vírus pode custar, mensalmente, 46,6 bilhões de dólares à indústria das companhias aéreas. As informações foram divulgadas pela Global Business Travel Association (GBTA), empresa de organização de viagens e reuniões de negócios.

Ainda conforme esses dados, o prejuízo às empresas e serviços relacionados ao setor de viagem e turismo pode chegar a 559,7 bilhões de dólares em um ano, caso a situação gerada pela crise pandêmica persista.

Se formos analisar os impactos em outros segmentos da economia, veremos que os danos econômicos não têm precedentes.

Mas é preciso destacar que nem tudo está perdido. Além da ajuda financeira governamental anunciada pelo Poder Público, no Brasil e em outros países, para aquecer a economia e ajudar as empresas, há bons exemplos para fortalecer o relacionamento com os clientes, melhorar a experiência dos consumidores e positivar a marca com ações éticas e sensatas.

Como as empresas estão lidando com o coronavírus?

Não é fácil avaliar como as empresas estão lidando com o coronavírus, pois o número de marcas, considerando apenas o cenário brasileiro, é exponencial.

Mas é possível enxergar alguns exemplos que podem servir como benchmarking e inspiração para o seu negócio nesse momento tão difícil.

Mais importante do que pensar em alavancar as vendas, é traçar estratégias para engajar o público, melhorar a experiência e fortalecer a imagem. Aliás, são esses fatores que potencializam o lucro e o aumento dos negócios.

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Confira, a seguir, um resumo do que algumas grandes organizações têm feito para ajudar as pessoas e o mercado durante a crise pandêmica mundial.

Facebook

O Facebook é uma das maiores empresas do mundo. Só no Brasil, a plataforma de rede social de Mark Zuckerberg tem mais de 130 milhões de usuários.

A organização prometeu que vai ajudar 30 mil pequenas empresas durante a pandemia de coronavírus. O objetivo é destinar aporte financeiro para que os pequenos negócios localizados nos países onde seus funcionários vivem mantenham suas atividades.

Mc Donald’s

No mesmo sentido, o Mc Donald’s decidiu apoiar micro e pequenas empresas que atuam no segmento de alimentação. A marca anunciou que vai disponibilizar cursos online de formação gratuita, para que esses negócios capacitem seus colaboradores.

iFood

O iFood também anunciou medidas para ajudar o mercado do ramo de alimentos. Ao todo, são três formas de auxílio:

  1. Criação de um fundo de assistência a restaurantes, principalmente os pequenos estabelecimentos comerciais;
  2. Antecipação de pagamentos dos restaurantes, sem custo adicional;
  3. Destinação do valor de taxas para comerciantes que têm sofrido queda vertiginosa na circulação de clientes e na receita.

Claro, Sky e outras empresas de televisão

Além das foodtechs, as operadoras de TV fechada têm contribuído bastante. Algumas delas abriram seus canais fechados para incentivar as pessoas a ficarem em casa, em períodos de quarentena. Foi o que fizeram a Claro e a Sky, por exemplo.

Alguns veículos de imprensa também liberaram acesso aos seus portais de notícias para não assinantes, tendo em vista a necessidade de divulgar notícias confiáveis. A Folha de São Paulo e o grupo Globo são dois exemplos.

Outros exemplos

Também há outros muitos exemplos de empresas que deram férias coletivas aos funcionários, que implementaram o regime home office, que estabeleceram sistemas de revezamento e que redobraram os cuidados preventivos para proteger seus colaboradores.

Que tipos de cuidados sua empresa deve adotar?

É muito importante enfrentar esse momento de crise com uma postura positiva. Apesar de os indicadores econômicos não serem promissores, é possível passar por essa tempestade com menos problemas.

Para tanto, é fundamental adotar alguns cuidados para com os clientes internos e externos em um período como o atual. Veja alguns deles abaixo:

  • Intensifique o uso dos canais digitais de atendimento de modo centralizado;
  • Implemente o home office na empresa;
  • Invista no e-commerce e vendas remotas (sistema de delivery para os estabelecimentos que comercializam comida);
  • Invista no marketing digital para agregar valor e credibilidade à empresa, para se aproximar e não ser esquecido pelos clientes;
  • Produza conteúdo relevante sobre os cuidados preventivos da doença ou sobre os assuntos relacionados ao nicho de consumidores.

Além do mais, call centers e outras centrais que não podem fechar devem seguir medidas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde, como manter 2 metros de distância entre os colaboradores, disponibilizar álcool em gel, apostar na conscientização, investir em limpeza frequente de superfícies, entre outras medidas.

Mais importante do que saber como as empresas estão lidando com o coronavírus é seguir os bons exemplos do mercado e aplicar as medidas impostas pelos órgãos de saúde. Por isso vale muito a pena se inspirar nessas grandes empresas que mencionamos neste artigo para enfrentar a situação da melhor maneira possível.

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