Tipos de liderança: guia completo para desenvolver profissionais de destaque

Todos nós sabemos a importância dos tipos de liderança no mundo dos negócios. Empresas que contam com bons líderes são mais rentáveis e registram maior produtividade no trabalho. Os colaboradores e times de trabalho, por sua vez, podem encontrar bem-estar e oportunidade de crescimento.

No entanto, ainda existem muitas dúvidas ao tratar do tema. Liderança e chefia são coisas realmente distintas? Qual é o melhor tipo de liderança? Como um líder deve se comportar no trabalho? E, no caso de má liderança, quais são os principais riscos associados?

Ao longo deste artigo, responderemos desde o que é liderança até quais são alguns exemplos de líderes para que você fique expert no assunto. Por essa razão, continue com a leitura e confira nosso guia de liderança! 

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O que é liderança?

Em primeiro lugar, é preciso ter um conceito claro sobre o significado do que é liderança. Sem isso, existe um sério risco de que cada pessoa interprete o assunto do seu jeito, deixando margem para uma enorme quantidade de conclusões.

Algumas tipos de liderança são rígidos, e outros flexíveis. A razão dessa enorme variedade é que a temática “liderança” é estudada em diferentes meios, como o político, o comunitário, o empresarial, o religioso, entre muitos outros âmbitos.

Veja, por exemplo, a clássica frase de Peter Drucker: “a única definição de líder é alguém que tem seguidores”. O conceito é elegante e simples, mas também bastante abrangente.

Já John Q. Adams menciona que “se suas ações inspiram outros a sonhar mais, aprender mais, fazer mais e tornar-se mais, você é um líder”. Ou seja, é algo ligado à postura diária.

Outro ótimo exemplo de tipos de liderança vem de John Maxwell que cita: “um líder é alguém que conhece o caminho, corre ao longo do caminho e mostra o caminho”.

Todas essas definições são ótimas, mas também muito amplas. Dado que o objetivo deste artigo é tratar do que é liderança empresarial dentre os diferentes tipos de liderança, vamos usar um conceito mais específico: a liderança consiste no ato de conduzir uma equipe na execução de determinado trabalho.

É preciso destacar, ainda, que existem diferentes níveis de liderança. Ram Charam, no clássico livro The Leadership Pipeline, trata de 6 níveis, que vão desde o líder de si mesmo, passando pelo líder dos outros, e chega até o líder de todo um conglomerado de empresas.

O que todos esses conceitos e níveis nos dizem é o seguinte: a discussão sobre o que é liderança está longe de ser superficial e simplista; é uma vasta e prazerosa área de conhecimento.

Quais são os principais tipos de liderança empresarial?

Não é necessário muito esforço para perceber que existem diferentes tipos de liderança. Alguns são liberais e deixam os seus subordinados trabalharem. Outros, mais rígidos, gostam de controlar. Há, ainda, aqueles que querem ouvir os liderados para depois decidir algo.

A teoria do que é liderança trata esses três perfis como: o liberal, o autocrático e o democrático. Há muito se discute sobre qual é o melhor perfil, mas não existe um consenso. Alguns até mesmo dizem que o estilo de liderança varia de acordo com a situação (também conhecido como liderança situacional).

O que é liderança liberal?

A expressão francesa laissez-faire, bastante conhecida na economia, expressa bem o que é liderança liberal (aliás, ela também é conhecida como liderança laissez-faire). Em tradução livre, o termo significa algo como “apenas deixe fazer”.

Dos três perfis, o líder liberal é o mais “descolado”. Ele acredita que a sua equipe tem as ferramentas certas para o trabalho e não precisa de muita intervenção. Seu trabalho é mais pontual no intuito de resolver um problema aqui e outro ali. Nada muito intrusivo.

O que é liderança autocrática?

No extremo oposto do que é liderança liberal, encontra-se o líder autocrático. Nesse caso, os subordinados não têm tanta liberdade e as decisões costumam ser centralizadas. De uma forma ou de outra, elas acabam passando pelo líder da equipe. Sendo assim, é algo mais rígido e monopolizado.

O líder autocrático acredita que a equipe precisa ser conduzida e que, se ele estiver ausente, o trabalho sairá dos eixos. Isso faz com que ele seja bastante presente e arrisque a própria “pele” dizendo o que deve ser feito, como, quando e por quem, entre outros aspectos.

O que é liderança democrática?

O líder democrático não gerencia a equipe, ele gerencia ‘com’ a equipe. Para compreender esse estilo de liderança, a palavra-chave é coletivismo. O líder acredita que os problemas devem ser resolvidos em equipe, por isso, tenta ouvir ao máximo seus colegas de trabalho.

É preciso destacar que a liderança democrática não é um meio-termo entre os dois primeiros tipos de liderança. Ela não é meio liberal e meio centralizador. Sua principal vantagem — o senso de “nós” — também é sua desvantagem: pois perde velocidade nas suas decisões.

O que é liderança situacional?

A verdade é que os três tipos de liderança são importantes. Em alguns momentos, como no centro de uma crise, o líder que arrisca a própria pele e toma as decisões pelo time é crucial. Em outas situações, os estilos liberal ou democrático podem obter melhores resultados.

Além disso, nenhum líder é liberal, autocrático ou democrático 100% do tempo. Seu perfil acaba variando tanto de acordo com o contexto de trabalho quanto sobre o nível de maturidade da sua equipe de empregados. Logo, abre-se espaço para o que é liderança situacional.

O líder situacional tem uma predeterminação (liberal, autocrática ou democrática), mas sabe que o mais importante é “dançar conforme a música”. Tendo isso em vista, sua posição vai depender do que é mais importante para a empresa e para a própria equipe de trabalho.

Tipos de liderança empresarial: o que é que pode causar problemas?

O trabalho do líder é resolver problemas. Se não existissem gargalos, não haveria demanda por liderança. Tendo isso em vista, surge a dúvida: quais são os principais desafios de alguém que, em sua essência, é um solucionador de problemas? Vamos explicá-los.

Formar boas equipes de trabalho

Por mais talentoso e autônomo que o líder seja, ele não trabalha sozinho. É preciso de uma equipe que represente suas mãos, olhos, pernas e cabeça para solucionar alguns pontos e tocar os processos diários. O problema é que não é fácil formar boas equipes.

Algumas ttps://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2019/05/17/encontrar-mao-de-obra-qualificada-e-mais-desafiador-que-ha-5-anos-para-88percent-dos-executivos-diz-pesquisa.ghtml” target=”_blank” rel=”noreferrer noopener”>pesquisas revelam que 88% dos líderes consideram desafiador encontrar mão de obra qualificada. O ponto é que, além de contratar, o líder precisa integrar, engajar e treinar os talentos para que formem verdadeiras equipes. Esse combo não é nada fácil.

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Gerenciar recursos que são limitados

Todos os recursos que pertencem à empresa são limitados. O tempo, a energia e o dinheiro somente existem até determinado ponto. Não importa o quão dedicada é a sua equipe, pois seu dia só tem 24 horas. O papel do líder é tirar o máximo proveito desses recursos limitados.

O problema é que isso não é tão simples, pois envolve uma série de decisões do tipo trade-off, no qual você tem que decidir por uma coisa ou por outra. Por exemplo, investir no projeto A ou B. Se as decisões sobre alocação dos recursos são ruins, o líder terá resultados negativos.

Usar mais de influência que poder

Independente do tipo de liderança, podemos afirmar que o líder conta com poder posicional. No sentido hierárquico, está um degrau acima dos seus liderados — como gerente ou coordenador, por exemplo. Isso lhe dá o poder para exigir algo dos liderados, bem como oferecer bonificações ou impor punições.

O problema é que o uso excessivo do poder acaba corroendo as relações interpessoais e tornando o ambiente de trabalho tóxico. Se o líder usa excessivamente da sua autoridade, pode perder o apoio dos subordinados e deixá-los desestimulados. Portanto, o desafio é influenciar as pessoas a fazer algo de bom grado.

Não se sobrecarregar com coisas triviais

A liderança é uma função estratégica. É papel do líder direcionar os subordinados, assim como apontar erros, oferecer feedbacks positivos e garantir a qualidade do trabalho. O problema é que alguns líderes se sobrecarregam com o trivial e deixam de cumprir aquilo que realmente importa.

Em alguns casos, a sobrecarga vem da burocracia na empresa — como preencher relatórios ou levantar métricas de vaidade. Em outras circunstâncias, vem do excesso de “politicagem” — apertar as mãos, visitar novas unidades de negócios e aparecer em eventos. O ponto é que o líder deixa de liderar.

Qual a importância da liderança dentro da organização?

O sucesso de uma empresa depende de muitos fatores, como a sua capacidade de inovar e antever ameaças do mercado. Mas existe algo ainda mais importante: encontrar e contratar bons líderes. Por quê? Porque líderes eficientes estão à frente do seu tempo, formam bons times, reconhecem oportunidades e multiplicam os recursos financeiros. Entenda mais a seguir!

Coloca o negócio um passo à frente

Bons líderes são mais perspicazes que a média das pessoas. Conseguem antever certas ameaças e se preparar para elas, bem como identificar e abraçar boas oportunidades. Em um mercado altamente competitivo, estar um passo à frente vale ouro.

Mas, afinal, por qual motivo isso acontece? Não é que o líder tenha um sexto sentido ou coisa parecida. O mais provável é que ele conte com uma experiência suficiente para “ler” as pistas do mercado, além de um bom networking para receber informações preciosas.

Elimina inconsistências e desperdícios

Como já explicado, toda empresa conta com um conjunto limitado de recursos. Mas o que acontece, então, quando esses recursos são desperdiçados ou esbanjados? Não é preciso pensar muito: a empresa entra em uma rota de colisão com o insucesso no médio prazo.

O líder tem o dever de garantir que isso não ocorra. Para tal finalidade, faz o diagnóstico de inconsistências e problemas, depois estuda e aplica estratégias para neutralizar e corrigir o problema. Desse modo, garante que os recursos sejam adequadamente aproveitados.

Subsidia a formação de líderes futuros

Nenhum líder permanece para sempre na empresa. Cedo ou tarde, ele deve sair e deixar que outro profissiona<span id=”urn:enhancement-e05dd993-52b1-4bb0-ad42-fd1dc35f0b1e” class=”textannotation”>l assuma o seu lugar. O profissional para sucedê-lo no momento certo. Assim, a transição se torna mais fácil, e tanto a empresa quanto os profissionais são beneficiados.

Promove um mindset de crescimento

O termo mindset designa um modelo mental, ou seja: uma forma de pensar sobre algo. Grandes líderes contam com um mindset de crescimento. Eles sabem que o mercado não conta com limites fixos e que é possível alcançar resultados fora da curva.

É interessante que esse mindset seja contagiante. Se o líder acredita no crescimento, seus subordinados também tendem a acreditar. Isso não apenas gera mais esperança quanto ao futuro do negócio, mas também promove mais energia, audácia e engajamento diário.

Qual a relação entre liderança e motivação?

O que a palavra “motivação” quer dizer? Em suma, motivação é a energia que impulsiona as pessoas na realização de certas atividades. A teoria da psicologia diz que essa energia é intrínseca a cada pessoa. Sendo assim, é mais uma automotivação. Qual é, então, o papel do líder?

Em essência, o líder tem a tarefa de criar as condições para que a motivação exista.

Para ficar mais claro, veja a teoria da hierarquia das necessidades. Ela foi elaborada pelo psicólogo Abraham Maslow. Segundo Maslow, a motivação nasce da busca das pessoas pela satisfação das suas necessidades. Essas necessidades existem na seguinte sequência:

  1. Necessidade fisiológica (comer, dormir, beber água, etc.);
  2. Necessidade de segurança (estabilidade no emprego, segurança da família, etc.);
  3. Necessidade social (fazer amigos, conversar, amar, etc.);
  4. Necessidade de estima (reconhecimento, status, autoestima);
  5. Necessidade de realização (sentir que conquistou algo).

Tendo em vista essa hierarquia, o papel do líder é garantir que haja condições para que o profissional, dentro da organização, encontre oportunidades para suprir as suas necessidades. Para tanto, ao lado do RH, o líder deve promover boas práticas. Veja algumas sugestões:

  1. Avalie a temperatura, umidade e acústica do local de trabalho;
  2. Adote boas práticas e políticas de segurança na execução das tarefas diárias;
  3. Garanta que os talentos sintam algum grau de estabilidade no emprego;
  4. Crie momentos para a interação com colegas de trabalho, como um happy hour;
  5. Estabeleça um forte senso de meritocracia;
  6. Faça reuniões one-on-one frequentemente e ofereça feedbacks positivos consistentes;
  7. Arquitete uma boa política de cargos e salários;
  8. Crie um programa para formação de novos líderes e sucessão da alta administração.

Essas práticas criam condições para que os talentos consigam suprir suas necessidades dentro da empresa. Por consequência, certamente ajudam a estimular a automotivação. Ou seja, os próprios talentos sentirão mais ânimo para alcançar resultados superiores.

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Guia de liderança: como desenvolver os líderes dentro da empresa?

O desenvolvimento da liderança empresarial é algo essencial. É necessário refletir sobre programas para capacitar os profissionais que ocupam cargos gerenciais, além dos que ocuparão esses cargos no futuro. Nesse tópico, apresentamos algumas dicas de desenvolvimento.

Lembre-se: é necessário esforço próprio

Imagine um atleta de alta performance, como um corredor de 100 metros. Ele pode contar com uma estrutura olímpica, os melhores equipamentos e técnicos. Todavia, se ele mesmo não se engajar, aprimorando-se diariamente, dificilmente terá resultados surpreendentes.

Com o líder empresarial não é diferente. É preciso que ele queira se “afiar”, isto é, melhorar a cada dia. O progresso da liderança depende do empenho do próprio líder. Então, comece conscientizado o líder de que, em grande parte, o desenvolvimento depende dele mesmo.

Adote um programa de aperfeiçoamento dos líderes

A correta liderança depende de um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes. Essas competências devem ser desenvolvidas pelo líder com o apoio da empresa. Para tal fim, é interessante iniciar um programa de aperfeiçoamento de líderes.

Além de treinamentos para funcionários, o programa pode contar com feedbacks, bate-papos com executivos, estudos de caso, avaliação de desempenho, acompanhamento com psicólogo, e assim por diante. Nesse caso, o intuito é oferecer os insumos certos para o líder crescer.

Trabalhe com objetivos e metas bem estabelecidas

O líder de equipe, aImplemente programas de desenvolvimento de novos líderes

Trabalhar os atuais líderes da empresa é, sem sombra de dúvida, uma importante missão. Mas também é preciso olhar para o futuro e preparar bons profissionais para que ocupem cargos de liderança nos próximos 5 anos. Ou seja, é preciso “preparar” quem está na base.

Há muitas formas de se fazer isso. Um programa de trainee, que seleciona e prepara jovens talentos para cargos gerenciais, é uma boa iniciativa. Também é preciso adotar programas de recrutamento interno, planos de carreira e sucessão, além de treinamentos pontuais.

Ofereça recompensas que sejam estimulantes

Por fim, lembre-se que boas recompensas podem ajudar no desenvolvimento dos tipos de liderança. O líder carrega uma grande responsabilidade. Se tudo vai mal, ele é cobrado. De igual modo, se tudo vai bem e se as metas são batidas, ele deve ser reconhecido e até mesmo recompensado.

Existem diversos tipos de recompensas, sendo possível dividi-las entre financeiras (como uma bonificação ou participação nos lucros) e não financeiras (como um dia de folga ou uma vaga exclusiva na garagem). O ponto é: ofereça recompensas que estimulem a liderança.

Quais as competências que não podem faltar no líder?

Como explicado, alcançar sucesso com um dos tipos de liderança é uma função que depende não só do líder, mas também do contexto e da equipe de trabalho. De todo modo, para que haja sucesso, certas competências devem ser compartilhadas por todo líder empresarial.

A primeira delas é a habilidade de lidar com pessoas. O líder é quem verdadeiramente faz gestão de pessoas na empresa, pois seleciona, treina, alinha e desliga profissionais. Logo, o líder precisa ter tato para lidar tanto com times presenciais quanto com equipes remotas.

Outra competência essencial é a visão de longo prazo. As ações do líder não devem visar apenas o “agora”. Seu papel é projetar o futuro e avaliar o que deve ser feito hoje para que lá na frente os resultados sejam melhores. Uma visão imediatista não permite isso.

Deve-se ainda destacar a inteligência emocional. Mais do que QI, o líder deve ter preparo emocional para atuar em situações difíceis, como grandes crises e problemas subsequentes. Isso garante que, em momentos voláteis, ele consiga fazer uma boa gestão de mudanças.

Quais são os riscos da ausência da boa liderança?

A ausência de uma boa liderança pode agregar uma série de problemas. Primeiramente, os impactos positivos do que é uma liderança de qualidade (apresentados no tópico quatro) não serão obtidos. Pior ainda: a empresa e os profissionais podem ser gravemente afetados. Veja como adiante!

Consequências aos profissionais e equipes

De nada adianta selecionar um entre os tipos de liderança, se ela for incorreta ou adotada erroneamente. A má liderança resulta em diversos problemas na formação e na gestão de equipes. É preciso destacar que subordinados tendem a replicar o comportamento do seu superior imediato. Logo, se o líder é ruim, é provável que a equipe replique suas más práticas.

Os subordinados podem ter uma série de outros problemas, confira os principais:

  1. Falta de orientação ao longo do expediente;
  2. Pouco suporte para a realização de tarefas complexas;
  3. Dificuldade de estabelecer uma relação vertical (líder-liderado);
  4. Piora do clima organizacional (tornando-o tóxico);
  5. Ausência de um ponto de referencial para práticas diárias;
  6. Desalinhamento de toda a equipe de trabalho.

Tendo em vista esses problemas, o mais provável é que os profissionais talentosos optem por deixar a empresa ou por buscar uma colocação em outra equipe/setor. Além disso, tornam-se menos satisfeitos com o ambiente de trabalho, passando a atuar como detratores.

Consequências ao próprio empreendimento

O acúmulo de consequências negativas no micro (profissionais e equipes) resulta problemas no class=”textannotation disambiguated wl-thing” itemid=”https://data.wordlift.io/wl108051/entity/macro”>macro (empresa). Isso significa que a má liderança pode colocar a empresa em pan id=”urn:enhancement-31033322-4e0f-438e-92e2-2edb4a0407ea” class=”textannotation”>risco, gerando mais pontos fracos e tornando-a suscetível às ameaças externas.

Alguns dos principais pontos da má liderança, no âmbito da empresa, são listados a seguir:

  1. Falta de tato para antecipar variações do mercado;
  2. Dificuldade para encontrar e reter talentos, além de formar equipes de ponta;
  3. Aumento do número de erros, acidentes e conflitos no trabalho;
  4. Aumento dos custos operacionais diários;
  5. Redução dos resultados financeiros, como o lucro e a rentabilidade do negócio.

Se esses fatores não forem tratados, a empresa poderá ter sérios problemas para se manter no mercado. O primeiro passo, claro, é garantir que a liderança seja devidamente desenvolvida.

Agora você já está por dentro do assunto e entendeu o que é liderança, quais são os diferentes tipos de liderança e como promover uma liderança empresarial de qualidade.

Lembre-se sempre que o sucesso da liderança depende do líder, mas também do contexto e da própria equipe de trabalho. 

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