Cloud computing: os melhores exemplos de computação em nuvem

Cloud computing é utilizar programas e documentos que, ao invés de estarem localizados no seu computador, estão na nuvem, ou seja, em um servidor externo, acessado pela internet. Uma das razões para ter se expandido rapidamente foi a capacidade dessa tecnologia em diminuir os custos com infraestrutura.

Cloud Computing

Os tempos mudaram, e a tecnologia vem avançando num ritmo muito ágil. Por conta disso, não faz mais sentido ficar se prendendo a métodos ultrapassados, não é mesmo? Entre estas inovações está o cloud computing, um formato muito mais moderno de armazenamento de informações na nuvem. Agora, você pode estar se perguntando: como ele funciona? E mais importante: será que é isso é seguro?

Muita gente ainda tem medo de colocar suas informações na nuvem. Por isso, se sente mais protegida utilizando um servidor físico em sua própria empresa. Acessar produtos e serviços que não sejam palpáveis e não estejam por perto ainda parece assustar um número expressivo de pessoas.

Mas a verdade é outra: utilizar a computação em nuvem é muito mais seguro e barato!

Por isso, escrevemos este post para ajudar você e sua empresa. Vamos listar as verdades e as mentiras por trás do conceito de cloud computing, apresentar os melhores exemplos de computação de nuvem e ainda por cima mostrar como esta tecnologia pode reduzir custos de TI. Vamos lá!

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O que é cloud computing?

O que é cloud computing?

Vamos começar pelo mais básico: afinal, o que é cloud computing? De uma maneira simplificada, podemos dizer que é utilizar programas e documentos que, ao invés de estarem localizados no seu computador, estão na nuvem, ou seja, em um servidor externo, acessado pela internet.

A história da computação em nuvem se confunde com a história da própria internet.

Antigamente, você só tinha acesso às informações que estavam dentro do seu computador, ou de um disquete. Lá pela década de 60, isso já começou a mudar. Mas foi apenas nos anos 90 que o download de coisas que estavam online tornou-se comum.

E o que é este download? De uma forma geral, é baixar para o seu computador alguma informação que estava fora dele, na internet, e foi acessada através da sua conexão de dados. Este “local” na internet é o que chamamos de nuvem.

Então vamos pensar um pouquinho sobre isso: se nós já trabalhamos com conteúdos que estão localizados na nuvem há anos, será que ainda faz sentido ficar com medo dessa prática? Na verdade tudo isso é muito simples. Afinal de contas, praticamente tudo o que você consome na internet (redes sociais, armazenamento de arquivos, streaming de vídeo ou música) vem de serviços baseados na nuvem.

Basicamente, sempre que você acessa um documento na nuvem, isso significa que você não sabe muito bem onde ele está. Por estar fora do seu computador físico, ele pode estar em um servidor na esquina do seu prédio, mas também lá no Japão. Isso pode parecer um pouco assustador, mas já é a coisa mais comum do mundo!

Vamos descobrir então o que é verdade e o que é mito quando o assunto é cloud computing?

Listamos 6 verdades e mentiras sobre cloud computing

Listamos 6 verdades e mentiras sobre cloud computing

Cloud computing é caro

Cloud computing é caro

Muito pelo contrário! O cloud computing permite que você tenha acesso rápido e facilitado a recursos de TI flexíveis e de baixo custo. Com a computação em nuvem não é preciso realizar grandes investimentos em tecnologia, hardware e software, sem contar na manutenção que seria necessária. Como você só utiliza temporariamente os serviços, é como se pagasse um aluguel pelo tempo e espaço que está ocupando, o que deixa tudo mais barato.

Cloud computing traz agilidade para a empresa

Cloud computing traz agilidade para a empresa

Vamos tentar nos lembrar dos tempos de colégio: nos trabalhos em equipe, cada um era responsável por escrever uma parte. No final, a gente juntava todos os conteúdos para chegar a um resultado completo. Mas isso não permitia que ninguém visse ou alterasse as informações que os outros estavam criando. Ao menos não em tempo real

Com o cloud computing, isso fica muito mais fácil, pois o documento está na nuvem e cada um pode fazer a sua parte. Tudo ao mesmo tempo, no mesmo arquivo, tendo acesso ao que os outros também estão criando. Isso traz agilidade e coesão para o material desenvolvido.

Cloud computing não é útil para o meu negócio

Cloud computing não é útil para o meu negócio

A verdade é que, não importa qual o seu negócio, a computação em nuvem pode ajudar. Mesmo que você tenha uma barraquinha de caldo de cana na beira da rodovia, precisa ter um controle financeiro de gastos e vendas. E se esse documento não está online, só poderá ser acessado sempre do mesmo computador. 

Mas, e se você quiser checar alguma coisa quando não estiver no local de trabalho, como vai agir? Se utilizar a nuvem é simples: basta tirar o celular no bolso, conectar e abrir a planilha que quiser.

Cloud computing não é seguro

Cloud computing não é seguro

Tem gente que acredita que a nuvem não é tão segura quanto uma mídia física, mas na verdade é justamente o contrário! Os arquivos em nuvem estão muito mais protegidos e são facilmente recuperados. Enquanto o backup digital pode acontecer de forma automatizada e os dados podem ser guardados em locais seguros, no backup de mídia física não é nada aconselhável guardar todas as mídias em um mesmo local, por exemplo.

Já imaginou se um incêndio atinge sua empresa? Além de todas as perdas, você também vai perder todos os seus dados em backup! Isso não acontece com o cloud computing.

Você só paga pelo que você usa

Você só paga pelo que você usa

Diferente de manter um servidor físico, em que você paga pelo espaço inteiro, mesmo que ele esteja vazio, no cloud computing você paga apenas por aquilo que usa. Quanto mais precisa de espaço, mais caro você paga, simples assim. Muito mais justo e econômico para a sua empresa.

Cloud computing ainda não se popularizou

Cloud computing ainda não se popularizou

O uso de cloud computing já é muito comum e você com certeza já usou – ou está usando agora mesmo! – alguma ferramenta em nuvem. Se já editou um documento no Google Docs, assistiu uma série na Netflix ou ouviu música no Spotify, fez uso de computação na nuvem. Mas além delas, milhares de outras marcas oferecem seus produtos na nuvem. Por exemplo, praticamente todos os serviços de e-mail, as redes sociais ou o Movidesk.

Veredito: cloud computing é confiável?

Sim, pode ficar tranquilo que cloud computing é um modelo bastante confiável de negócio. É claro que você precisa se precaver, tendo certeza que seu serviço ou a ferramenta que você deseja utilizar esteja em algum servidor moderno e que não fique caindo o tempo todo.

O Movidesk, por exemplo, está hospedado em servidores extremamente confiáveis e garante mais de 98% de uptime, ou seja, tempo online. Isso traz tranquilidade para a sua empresa e a certeza de poder contar com seu sistema sempre moderno e atualizado.

Como usar a computação em nuvem para reduzir custos de TI

Como usar a computação em nuvem para reduzir custos de TI

Uma das razões para o cloud computing ter se expandido rapidamente foi a capacidade dessa tecnologia em diminuir os custos dos empreendimentos com infraestrutura de TI. Em muitos casos, a computação na nuvem diminuirá o impacto orçamentário causado pelas ferramentas digitais, dando a possibilidade para a empresa alocar os seus recursos com mais precisão.

Quer saber como reduzir custos? Então veja estas quatro fontes de diminuição de gastos geradas pelo cloud computing:

1. Redução de investimentos em hardware e software

O investimento em hardware e software para o ambiente corporativo muitas vezes é associado a grandes gastos com peças, computadores e ferramentas de trabalho. Nesse cenário, não é raro que empreendedores evitem a troca de equipamentos por falta de recursos ou mesmo pela necessidade de manter os seus gastos menores.

Há de se destacar, também, os valores relacionados à manutenção de equipamentos parados, que podem aumentar o seu impacto continuamente.

Graças ao cloud computing, os valores gastos com a infraestrutura de TI e software de empresas podem ser reduzidos facilmente. A computação na nuvem possui modelos de negócio mais flexíveis e precisos. Assim, a empresa passa a gastar apenas com aquilo que precisa.

2. Possibilidade de escalar serviços com agilidade

Aumentar a capacidade de trabalho de uma empresa rapidamente pode ser uma atividade com alto custo. Em ambientes que dependem fortemente das suas soluções de TI, isso sempre será acompanhado da realocação de recursos, troca de equipamentos e outras rotinas que, em muitos casos, são burocráticas e demoradas.

Porém, a computação na nuvem torna esses processos mais simples e ágeis. Empresas podem redimensionar os seus recursos sempre que for necessário e, como o gasto não será modificado por fatores como o Total Cost of Ownership (indicador relacionado ao investimento em manutenção de um equipamento a longo prazo), a empresa elimina uma série de gastos. 

Vale destacar, também, que a adaptação rápida a novos cenários é fundamental para que a empresa consiga ter maiores lucros e serviços mais inovadores.

3. Diminuição dos gastos com energia elétrica e infraestrutura

Manter servidores, computadores e outros dispositivos localmente possui um custo alto. 

Quando a empresa migra tais infraestruturas para uma plataforma de cloud computing, gastos relacionados à manutenção, troca ou atualização de aparelhos diminuem rapidamente. 

Esse é um fato relacionado diretamente à capacidade de rateio orçamentário que o cloud possui, criando um custo de manutenção menor em longo prazo.

4. Melhor direcionamento de tarefas e investimentos

A distribuição de tarefas faz parte do dia a dia do gestor. Assim como os investimentos, ela deve ser feita da forma mais eficaz possível, evitando desperdícios e outros fatores que possam causar um impacto negativo no dia a dia do negócio.

Nesse cenário, o cloud computing é uma forma simples e eficaz de direcionar melhor os recursos (financeiros e humanos) da empresa. Por eliminar uma série de processos de manutenção e diminuir os gastos com tecnologia, o empreendimento consegue realocar com mais eficácia os seus recursos, gerando lucros maiores de médio e longo prazo.

Agora que você já sabe como reduzir custos, vamos ver alguns exemplos de como utilizar a computação em nuvem a seu favor.

3 exemplos de computação em nuvem: Saiba o que é SaaS, PaaS e IaaS

3 exemplos de computação em nuvem: Saiba o que é SaaS, PaaS e IaaS

Os principais exemplos de computação em nuvem são: SaaS, PaaS e IaaS. Mas você sabe qual deles é o mais indicado?

Para entender isso, você precisa realmente compreender o que é cloud computing. Então, se você ainda ficou com alguma dúvida, confira este vídeo sobre computação em nuvem, veja:

Como mencionamos, dentro desse universo em expansão, temos três exemplos de computação em nuvem. Os conceitos de Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SaaS) e Plataforma como Serviço (PaaS).

A partir dessa diferenciação, torna-se possível escolher com segurança qual é a melhor opção para as demandas de sua empresa. Vamos lá!

Exemplos de computação em nuvem

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1. Software como serviço (SaaS)

O mais conhecidos dentre os nossos exemplos de computação em nuvem é o SaaS. A sigla remonta ao conceito em inglês: Software as a service. Nesse modelo, o usuário tem acesso a aplicações sem precisar comprar licenças, uma vez que o pagamento é tarifado de acordo com o volume de utilização ou as funcionalidades adquiridas.

Em outras palavras, trata-se de um modelo on-demand em que você paga pela aplicação ou pelos recursos a mais disponíveis enquanto eles lhe forem úteis. 

Exemplo disso é o Skype da Microsoft. Nele, o usuário pode utilizar os recursos básicos de chamadas de vídeo gratuitamente. Para isso, basta possuir um e-mail cadastrado em uma conta Microsoft. 

No entanto, para utilizar recursos corporativos como videoconferência em grupo e outros serviços, você paga um valor específico por cada funcionalidade adicional por quanto tempo você utilizá-la.

Outro exemplo dentro desse modelo SaaS é o Google Drive. Nele, de maneira análoga, o usuário conta com um serviço gratuito referente a uma quantidade reduzida de espaço de armazenamento em nuvem. 

Leia mais: É seguro usar SaaS? Dicas para contratar a ferramenta.

O usuário também pode contratar serviços corporativos pagos com mais recursos e mais espaço para armazenamento.

A vantagem dessa modalidade é que não há necessidade de compra de licenças vitalícias de software ou preocupações com compatibilidade com hardware ou atualizações.

Veja também: Como um software de help desk pode agilizar o atendimento aos clientes?

2. Infraestrutura como serviço (IaaS)

Se o primeiro nós temos certeza que você já tinha escutado falar, o IaaS é um dos exemplos de computação em nuvem menos conhecidos. As aplicações mais notórias dentro desse formato, infrastructure as a service, são os servidores virtuais e os serviços de virtualização de máquinas. 

Esse é um dos exemplos de computação em nuvem que poupa o usuário de preocupações referentes à infraestrutura física de hardware e software, como componentes de processamento ou aplicações de backup e segurança.

Veja também: Saiba como melhorar a gestão de informação da sua empresa.

Dessa maneira, contrata-se um modelo virtual que desobriga a compra de servidores, roteadores (e configuração dos mesmos), gastos com TI, entre outras dificuldades.

Esses servidores virtuais entregam mais segurança da informação e economia ao usuário (economia, inclusive, de espaço físico na empresa) e você paga por demanda. As tabelas incluem quantidade de dados trafegados, utilização de espaço dos dados armazenados e outras funcionalidades.

O Microsoft Windows Azure é o exemplo perfeito dessa modalidade de serviço. Ele conta com aplicações como máquinas virtuais, armazenamento e backups, aplicativos diversos e SQL Database.

3. Plataforma como serviço (PaaS)

Esse é um dos exemplos de computação em nuvem mais difundido no mercado. Talvez por ser mais voltado especificamente para o desenvolvimento de aplicações. Dentro do Windows Azure há aplicações PaaS, e outro serviço PaaS bastante utilizado pelos desenvolvedores é o Google App Engine

Dentre os exemplos de computação em nuvem, no PaaS o desenvolvedor pode testar suas criações com toda a infraestrutura de virtualização necessária também no modelo pay-per-use, sem aquisição de hardware e licenças de softwares.

Simples, não? Agora parece que ficaram claras as opções de modelos de serviços em Cloud Computing. 

Ah, e temos mais um exemplo de SaaS que você vai amar conhecer, modéstia à parte! Nós da Modivesk possuímos um software de atendimento ao cliente que pode colocar a sua empresa em um outro patamar. Quer saber como?

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