Veja aqui 6 dicas de como ser um bom gestor

Se você quer saber como ser um bom gestor, aproveite para otimizar sua inteligência emocional, eliminar o problema do falar-fazer, gerenciar com a equipe e usar a tecnologia para melhorar seus resultados diários. Com essas dicas, além de melhorar resultados, você vai cativar e encorajar sua equipe.

como ser um bom gestor

O gestor é o profissional responsável por administrar certos recursos e, junto a sua equipe, alcançar resultados satisfatórios. Quanto mais resultados alcançados, melhor para o gestor e sua empresa, que assim tendem a crescer. Então, a questão é: como ser um bom gestor?

Primeiramente, não existe uma cartilha ou manual para uma boa gestão, pois as práticas ideais podem variar muito de acordo com a empresa e com o seu contexto.

Porém, existem algumas dicas fundamentais que devem ser observadas e usadas para trabalhar com acertos.

A seguir, apresentamos 6 dicas de como ser um bom gestor. Com elas, você poderá não somente obter melhores resultados, mas também cativar e encorajar sua equipe. Continue a leitura!

Baixe agora o e-book: como escolher o help desk ideal para o seu negócio.

1. Tenha inteligência emocional

O dia a dia de um gestor conta com altos e baixos.

Em um instante, ele pode ser elogiado por metas alcançadas e, em outro, criticado por pequenos deslizes.

Essa instabilidade exige que o gestor adquira um tipo específico de inteligência: a emocional.

A inteligência emocional está ligada à forma como o gestor lida consigo mesmo e com as outras pessoas, treinando seus “nervos” para lidar com situações delicadas e assim conseguir se sair bem.

Quando o gestor conta com um nível muito baixo de inteligência emocional, é possível que fique paralisado diante de situações desconfortáveis ou que “estoure” quando estiver sob muita pressão.

Isso não só atrapalha seus resultados, mas também afeta toda sua equipe.

Felizmente, a inteligência emocional pode ser desenvolvida com o tempo. Ela é melhorada ao ter mais empatia por outras pessoas, com mais contato com diferentes tipos, e ao regular suas emoções. Assim, você poderá ser um gestor mais equilibrado.

2. Elimine o problema do falar-fazer

O problema do falar-fazer é cruel e deixa o gestor desacreditado. Basicamente, consiste no tipo de pessoa que costuma falar uma coisa e fazer outra completamente diferente.

Por exemplo, imagine um gestor que diz o seguinte: “Aqui na empresa, o cliente está sempre em primeiro lugar”.

No horário de trabalho, porém, dá pouca atenção às dúvidas e sugestões dos seus clientes, não responde aos e-mails comerciais no prazo, nem tampouco ouve o SAC.

Note que existe uma grave divergência entre o que é dito e o que é feito.

Essa divergência afeta a crença dos colaboradores e transmite o mesmo vício ao time de trabalho, que logo estará repetindo o mesmo bordão e dando pouca atenção na prática aos clientes finais.

Quando o gestor que tem o problema do falar-fazer é confrontado, ele comumente solta o bordão “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço” — o que soa como completo descompromisso.

3. Gerencie com a equipe de trabalho

Todo gestor precisa entender o seguinte: não se gerencia pessoas, se gerencia com pessoas.

Na frase, a diferença é sutil.

Na prática, pode determinar o êxito ou o fracasso ao longo de um projeto ou programa gerencial adotado pela empresa.

Para gerenciar com a equipe, é preciso saber compartilhar responsabilidades, terceirizar tarefas e permitir que os colaboradores dominem determinadas decisões com autonomia, sem precisar centralizar demais as coisas. Assim, todos podem se sentir participantes do processo.

Infelizmente, alguns gestores ainda tentam microgerenciar seus subordinados, deixando pouco espaço para o trabalho criativo e se sobrecarregando com decisões.

Essa postura centralizadora tem uma série de efeitos negativos para o gestor, sua equipe de trabalho e a própria organização.

Ao centralizar, o volume de trabalho diário torna-se maior, os colaboradores se sentem coadjuvantes e os processos diários ficam vagarosos.

4. Decida com base em dados e informações

Ao longo do dia, o gestor precisa tomar uma série de decisões, como: onde investir o capital financeiro? Quando contratar novos talentos? É hora de finalizar certas linhas de produtos?

Para tanto, não é suficiente contar só com o “achismo”.

O acerto nas decisões diárias depende de uma visão profunda e consistente do gestor. Isso significa que “eu acho” não é uma base sólida e jamais deve ser usada para decidir.

O mais interessante é estruturar e analisar dados da empresa ou do mercado.

Por exemplo, se você vai decidir sobre a criação de uma nova linha de produtos, é necessário avaliar se existe uma efetiva necessidade do mercado.

Por outro lado, se vai desligar um colaborador, é preciso analisar seu desempenho operacional e avaliar se realmente essa é a melhor escolha.

Ao contar com dados verídicos e volumosos, você poderá fazer análises mais profundas e decidir com acerto. Assim, será um gestor mais preciso no que faz.

Quer saber que métricas seguir no seu atendimento? Confere esse vídeo que preparamos para você:

5. Conte com a ajuda da tecnologia

O trabalho gerencial comumente envolve questões burocráticas e repetitivas, como criar pequenos relatórios ou cobrar a equipe de trabalho. Essas atividades, no entanto, já podem ser automatizadas com a ajuda de determinadas tecnologias gerenciais.

Por esse motivo, outra dica importante é buscar por tecnologias que facilitem o seu trabalho e o relacionamento com a equipe. Softwares de gestão de projetos, help desk e comunicação interna são bons exemplos disso.

Escolher uma boa tecnologia depende de várias coisas, como analisar o quanto essa tecnologia vai suprir as demandas existentes na empresa. Para que o processo de escolha e adoção de certos softwares fique mais fácil, é interessante realizar testes grátis.

Ao contar com a tecnologia, o gestor pode focar menos no que é burocrático e dedicar o seu dia para questões estratégicas, assim, é provável que obtenha muito mais benefícios.

6. Peça feedbacks dos seus subordinados

Para ser um bom gestor, um dos pontos mais importantes é saber ouvir os seus subordinados. É preciso saber se eles estão satisfeitos (ou não) com o seu processo de gestão e exatamente o que pode ser melhorado.

Para tanto, o primeiro passo é criar uma cultura de feedback.

É importante que práticas de feedback sejam vistas como naturais e periódicas, e nunca como algo sazonal e que anuncia demissão ou algo parecido.

Então, com a ajuda do setor de RH, ouça atentamente o que seus subordinados têm a dizer, avalie o que pode ser melhorado e estabeleça metas pessoais.

Aproveite para oferecer feedbacks aos seus subordinados, indicar pontos de melhoria e parabenizar acertos.

Agora que você sabe como ser um bom gestor, aproveite para otimizar sua inteligência emocional, eliminar o problema do falar-fazer, gerenciar com a equipe e usar a tecnologia para melhorar seus resultados diários.

Desse modo, toda a empresa será beneficiada!

Já que está por dentro do assunto, que tal curtir nossa página no Facebook e acompanhar nossas novidades por lá também? Aproveite!

Teste o Movidesk gratuitamente por 7 dias.

Deixe seu comentário