Empresas e inovação disruptiva: como torná-las aliadas?

A inovação disruptiva traz uma grande vantagem competitiva para as empresas, ao criar soluções inovadoras para problemas latentes. Leia o post e saiba como aplicar na sua empresa!

Inovação disruptiva - Movidesk

A inovação disruptiva é um conceito que tem ganhado cada vez mais espaço no mercado nos últimos anos, especialmente no contexto de transformação digital. Novas tecnologias permitiram a criação de soluções revolucionárias que caíram nas graças dos clientes, derrubaram segmentos tradicionais e se transformaram em verdadeiros cases de sucesso.

Apesar disso, ainda há muita dúvida do que essa expressão realmente significa e de que forma ela pode ser fundamental para as empresas conquistarem novos mercados, manterem-se sustentáveis e ganharem vantagem competitiva.

Confira os tópicos abaixo e descubra, em alguns minutos, tudo a respeito dessa teoria que tem impactado o capitalismo contemporâneo. Entenda como é possível aplicá-la em seu negócio!

O que é inovação disruptiva, afinal?

Para entendermos precisamente o que significa inovação disruptiva, vamos ao seu conceito semântico. Segundo o dicionário Michaelis, a inovação tem os seguintes valores: introduzir novidades, produzir ou tornar algo novo, além de renovar e restaurar.

Já o termo disruptivo atua como adjetivo e vem da palavra disrupção, referindo-se ao ato ou efeito de romper ou quebrar o curso normal de um processo.

Diante dessa breve explicação, podemos entender que inovação disruptiva no mercado empresarial é um serviço ou produto considerado inovador e capaz de desestabilizar segmentos constituídos.

Nem sempre as empresas disruptivas criam produtos ou serviços totalmente novos. Na maior parte das vezes, encontram oportunidades de negócio, nichos pouco explorados e segmentos de públicos não atendidos. A partir disso, usam a tecnologia e uma cultura organizacional centrada no cliente para oferecer soluções mais baratas, práticas e interessantes.

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Quando surgiu o conceito de inovação disruptiva?

Embora seja considerado uma novidade pertinente ao atual momento da economia mundial, o conceito de inovação disruptiva surgiu em 1995. Essa pesquisa foi revelada pelos professores Clayton Christensen, Rory McDonald e Michael Raynor, em um artigo publicado em 2015, no HBR (Harvard Business Review).

Com o título “What Is Disruptive Innovation”, o texto explica que o sistema capitalista funciona com base em ciclos impulsionados por revoluções industriais e tecnológicas. Nesse sentido, as novidades tomam seu espaço e acabam destruindo diversos mercados que, até então, eram dominantes.

Qual é o principal objetivo da inovação disruptiva?

Existe um consenso entre os analistas de que a disrupção é um processo que geralmente surge em pequenas empresas que contam com poucos recursos, focam nichos muito bem delimitados, mas que têm grandes ideias.

É o caso das startups, empresas emergentes que buscam o tempo todo inovar e aprimorar modelos de negócio, assim como formas de produzir e entregar serviços e produtos para renovar os hábitos de consumo.

Assim, as empresas que trabalham com essas características buscam desestabilizar o mercado convencional e desbancar as marcas líderes em determinados segmentos, tornando seus produtos obsoletos, caros, ultrapassados e desinteressantes.

Temos visto isso ano após ano, principalmente neste século 21, não é mesmo? Basta pensar nos serviços de streaming, nos polêmicos aplicativos de transporte e também nos de delivery, hotelaria, finanças e entretenimento em geral.

O que define uma empresa como disruptiva?

Em geral, uma empresa considerada disruptiva começa como um pequeno negócio, constituído de uma ideia que visa resolver algum problema, preenchendo alguma lacuna ou trazendo uma novidade surpreendente e vantajosa.

Além do mais, esse tipo de empresa tem em vista públicos-alvo mais delimitados e contam com margens de lucros mais modestas, porque seus produtos e serviços são mais simples, mais baratos, mais acessíveis e mais eficientes que os oferecidos convencionalmente.

Outra característica desse modelo de negócio é o seu caráter escalável. Ele vai ganhando mercado e clientes e, com isso, seus produtos e serviços passam a ser ampliados, aprimorados e inovados à medida que se estabelecem e tornam os concorrentes obsoletos.

A título de ilustração, foi isso o que o Facebook fez com o Orkut, o que o Uber fez com as cooperativas de táxi e o que a Netflix fez com as locadoras. Essas empresas ganharam o mercado pois compreenderam formas mais práticas de alcançar a satisfação dos clientes.

Por que esse conceito é importante no mercado atual?

É correto dizer que a inovação disruptiva é, ao mesmo tempo, adorada e odiada por muitos. Se por um lado ela destrói, como num efeito dominó, verdadeiros polos econômicos, por outro ela barateia diversos produtos e serviços, além de tornar os processos mais acessíveis, práticos e eficientes.

Na verdade, as empresas consideradas disruptivas são construídas com foco no cliente e imputam ao mercado tradicional a emergente necessidade de trabalhar com espírito inovador.

Isso significa que as inovações sustentáveis não são mais suficientes para oferecer soluções às necessidades do público contemporâneo e que, sozinhas, não conseguem mais manter a empresa na liderança de seu segmento de mercado. É, portanto, necessário inovar.

Como funciona o processo de disrupção?

Mas é preciso também ter em mente que o processo de disrupção não é uma tarefa fácil, ainda mais porque ele se transformou em uma demanda recorrente no mercado atual. Isso acaba causando pressão para que gestores como você tomem decisões rápidas em prol de inovação e atualização.

Na prática, existem alguns estágios que norteiam essa jornada, que consistem em:

  • identificar sinais de que uma inovação na empresa se tornou necessária;
  • analisar se o novo modelo de negócio é rentável, sustentável e escalável;
  • avaliar se o produto ou serviço é adotado pelos clientes potenciais;
  • constatar o crescimento e a estabilização do novo negócio.

Com isso, vemos que uma inovação disruptiva não nasce do nada. Ela passa por um árduo processo que envolve pesquisa, observação, desenvolvimento tecnológico, inteligência de mercado, estudo da concorrência e execução de ideias.

Ainda sobre as necessidades disruptivas, o contato com o cliente é fundamental. Para entender como sua empresa está posicionada, acesse o formulário abaixo e faça um diagnóstico completo da sua gestão de atendimento!

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Que tal conhecer 4 cases de empresas disruptivas?

Para finalizar este artigo, apresentamos quatro cases de sucesso de empresas disruptivas. Elas vêm impactando o mercado com suas novidades e desbancando marcas gigantes e historicamente estabelecidas.

1. Nubank

A startup brasileira é pioneira no nicho de serviços bancários executados na esfera digital. Atua como fintech e operadora de cartões de crédito no Brasil, ressignificando a ideia de banco, bem como sua relação com os clientes a partir de uma inovadora gestão de atendimento e relacionamento.

2. Spotify

O serviço de streaming de música, podcast e vídeo foi lançado em 2008, mas se popularizou em todo o mundo recentemente por oferecer grandes bancos de músicas e podcasts de modo online, sem o cliente precisar baixar arquivos nem ter que ocupar memória no celular.

3. Uber

A multinacional americana revolucionou o sistema de transporte urbano com o aplicativo que interliga motoristas e passageiros. O serviço, além de ser mais prático, é vertiginosamente mais barato que o táxi tradicional.

4. Airbnb

A plataforma é online e comunitária, permitindo que qualquer pessoa anuncie, pesquise ou reserve estadia e meios de hospedagem. Assim como a Uber, a empresa trouxe transformações importantes ao segmento de hotelaria e opções mais baratas para os consumidores.

5. (case extra) Movidesk

O sistema de Help Desk ajuda mais de 1500 empresas na organização e controle do atendimento. Com funções como o registro e integração de todos os chamados, disponibilidade de chat e pesquisas de satisfação após cada interação, o Movidesk é um ótimo aliado na inovação disruptiva das empresas.

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