Liderança: guia completo para adotar na sua empresa

A liderança consiste no ato de conduzir uma equipe na execução de determinado trabalho. Existem diversos tipos de líderes, desafios e atribuições deste cargo. Quer saber mais? Acompanhe nosso post!

liderança

No mundo dos negócios, a liderança é um elemento essencial. Empresas que contam com bons líderes são mais rentáveis e produtivas. Os colaboradores e times de trabalho, por sua vez, podem encontrar bem-estar e oportunidade de crescimento.

No entanto, ainda existem muitas dúvidas ao tratar do tema. Liderança e chefia são coisas realmente distintas? Qual é o melhor conceito de liderança? Como um líder deve se comportar no trabalho? E, no caso de má liderança, quais são os principais riscos associados?

Ao longo deste artigo, responderemos a essas e a outras questões. Nosso objetivo é fazer com que você fique expert no assunto. Por essa razão, continue com a leitura e saiba tudo a respeito!

Para melhorar sua liderança, aprenda a delegar tarefas!

Afinal, o que liderança significa?

Em primeiro lugar, é preciso ter um conceito claro sobre o significado de liderança. Sem isso, existe um sério risco de que cada pessoa interprete o assunto do seu jeito, deixando margem para uma enorme quantidade de conclusões.

Algumas definições de liderança são rígidas, e outras flexíveis. A razão dessa enorme variedade é que a temática “liderança” é estudada em diferentes meios, como o político, o comunitário, o empresarial, o religioso, entre muitos outros âmbitos.

Veja, por exemplo, a clássica frase de Peter Drucker: “a única definição de líder é alguém que tem seguidores”. O conceito é elegante e simples, mas também bastante abrangente.

Já John Q. Adams menciona que “se suas ações inspiram outros a sonhar mais, aprender mais, fazer mais e tornar-se mais, você é um líder”. Ou seja, é algo ligado à postura diária.

Outro ótimo exemplo vem de John Maxwell que cita: “um líder é alguém que conhece o caminho, corre ao longo do caminho e mostra o caminho”.

Todas essas definições são ótimas, mas também muito amplas. Dado que o objetivo deste artigo é tratar da liderança empresarial, vamos usar um conceito mais específico: a liderança consiste no ato de conduzir uma equipe na execução de determinado trabalho.

É preciso destacar, ainda, que existem diferentes níveis de liderança. Ram Charam, no clássico livro The Leadership Pipeline, trata de 6 níveis, que vão desde o líder de si mesmo, passando pelo líder dos outros, e chega até o líder de todo um conglomerado de empresas.

O que todos esses conceitos e níveis nos dizem é o seguinte: a discussão sobre liderança está longe de ser superficial e simplista; é uma vasta e prazerosa área de conhecimento.

Quais são os principais perfis de liderança empresarial?

Não é necessário muito esforço para perceber que os líderes contam com diferentes perfis. Alguns são liberais e deixam os seus subordinados trabalharem. Outros, mais rígidos, gostam de controlar. Há, ainda, aqueles que querem ouvir os liderados para depois decidir algo.

A teoria da liderança trata esses três perfis como: o liberal, o autocrático e o democrático. Há muito se discute sobre qual é o melhor perfil, mas não existe um consenso. Alguns até mesmo dizem que o perfil do líder varia de acordo com a situação (a liderança situacional).

Liderança liberal

A expressão francesa laissez-faire, bastante conhecida na economia, expressa bem o que significa liderança liberal (aliás, ela também é conhecida como liderança laissez-faire). Em tradução livre, o termo significa algo como “apenas deixe fazer”.

Dos três perfis, o líder liberal é o mais “descolado”. Ele acredita que a sua equipe tem as ferramentas certas para o trabalho e não precisa de muita intervenção. Seu trabalho é mais pontual no intuito de resolver um problema aqui e outro ali. Nada muito intrusivo.

Liderança autocrática

No extremo oposto, encontra-se o líder autocrático. Nesse caso, os subordinados não têm tanta liberdade e as decisões costumam ser centralizadas. De uma forma ou de outra, elas acabam passando pelo líder da equipe. Sendo assim, é algo mais rígido e monopolizado.

O líder autocrático acredita que a equipe precisa ser conduzida e que, se ele estiver ausente, o trabalho sairá dos eixos. Isso faz com que ele seja bastante presente e arrisque a própria “pele” dizendo o que deve ser feito, como, quando e por quem, entre outros aspectos.

Liderança democrática

O líder democrático não gerencia a equipe, ele gerencia ‘com’ a equipe. Para compreender esse estilo de liderança, a palavra-chave é coletivismo. O líder acredita que os problemas devem ser resolvidos em equipe, por isso, tenta ouvir ao máximo seus colegas de trabalho.

É preciso destacar que o líder democrático não é um meio-termo entre os dois primeiros tipos de liderança. Ele não é meio liberal e meio centralizador. Sua principal vantagem — o senso de “nós” — também é sua desvantagem: pois perde velocidade nas suas decisões.

Liderança situacional

A verdade é que os três perfis de liderança são importantes. Em alguns momentos, como no centro de uma crise, o líder que arrisca a própria pele e toma as decisões pelo time é crucial. Em outas situações, os estilos liberal ou democrático podem obter melhores resultados.

Além disso, nenhum líder é liberal, autocrático ou democrático 100% do tempo. Seu perfil acaba variando tanto de acordo com o contexto de trabalho quanto sobre o nível de maturidade da sua equipe de empregados. Logo, abre-se espaço para a chamada liderança situacional.

O líder situacional tem uma predeterminação (liberal, autocrática ou democrática), mas sabe que o mais importante é “dançar conforme a música”. Tendo isso em vista, sua posição vai depender do que é mais importante para a empresa e para a própria equipe de trabalho.

Quais são os principais desafios da liderança empresarial?

O trabalho do líder é resolver problemas. Se não existissem gargalos, não haveria qualquer demanda por liderança. Tendo isso em vista, surge a dúvida: quais são os principais desafios de alguém que, em sua essência, é um solucionador de problemas? Vamos explicá-los.

Formar boas equipes de trabalho

Por mais talentoso e autônomo que o líder seja, ele não trabalha sozinho. É preciso de uma equipe que represente suas mãos, olhos, pernas e cabeça para solucionar alguns pontos e tocar os processos diários. O problema é que não é fácil formar boas equipes.

Algumas pesquisas revelam que 88% dos líderes consideram desafiador encontrar mão de obra qualificada. O ponto é que, além de contratar, o líder precisa integrar, engajar e treinar os talentos para que formem verdadeiras equipes. Esse combo não é nada fácil.

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Gerenciar recursos que são limitados

Todos os recursos que pertencem à empresa são limitados. O tempo, a energia e o dinheiro somente existem até determinado ponto. Não importa o quão dedicada é a sua equipe, pois seu dia só tem 24 horas. O papel do líder é tirar o máximo proveito desses recursos limitados.

O problema é que isso não é tão simples, pois envolve uma série de decisões do tipo trade-off, no qual você tem que decidir por uma coisa ou por outra. Por exemplo, investir no projeto A ou B. Se as decisões sobre alocação dos recursos são ruins, o líder terá resultados negativos.

Usar mais de influência que poder

O líder empresarial conta com poder posicional. No sentido hierárquico, está um degrau acima dos seus liderados — como gerente ou coordenador, por exemplo. Isso lhe dá o poder para exigir algo dos liderados, bem como oferecer bonificações ou impor punições.

O problema é que o uso excessivo do poder acaba corroendo as relações interpessoais. Se o líder usa excessivamente da sua autoridade, pode perder o apoio dos subordinados e deixá-los desestimulados. Portanto, o desafio é influenciar as pessoas a fazer algo de bom grado.

Não se sobrecarregar com coisas triviais

A liderança é uma função estratégica. É papel do líder direcionar os subordinados, assim como apontar erros, oferecer feedbacks e garantir a qualidade do trabalho. O problema é que alguns líderes se sobrecarregam com o trivial e deixam de cumprir aquilo que realmente importa.

Em alguns casos, a sobrecarga vem da burocracia — como preencher relatórios ou levantar métricas de vaidade. Em outras circunstâncias, vem do excesso de “politicagem” — apertar as mãos, visitar novas unidades de negócios e aparecer em eventos. O ponto é que o líder deixa de liderar.

Como a liderança impacta positivamente a empresa?

O sucesso de uma empresa depende de muitos fatores, como a sua capacidade de inovar e antever ameaças do mercado. Mas existe algo ainda mais importante: encontrar e contratar bons líderes. Por quê? Porque líderes eficientes estão à frente do seu tempo, formam bons times, reconhecem oportunidades e multiplicam os recursos financeiros. Entenda mais a seguir!

Coloca o negócio um passo à frente

Bons líderes são mais perspicazes que a média das pessoas. Conseguem antever certas ameaças e se preparar para elas, bem como identificar e abraçar boas oportunidades. Em um mercado altamente competitivo, estar um passo à frente vale ouro.

Mas, afinal, por qual motivo isso acontece? Não é que o líder tenha um sexto sentido ou coisa parecida. O mais provável é que ele conte com uma experiência suficiente para “ler” as pistas do mercado, além de um bom network para receber informações preciosas.

Elimina inconsistências e desperdícios

Como já explicado, toda empresa conta com um conjunto limitado de recursos. Mas o que acontece, então, quando esses recursos são desperdiçados ou esbanjados? Não é preciso pensar muito: a empresa entra em uma rota de colisão com o insucesso no médio prazo.

O líder tem o dever de garantir que isso não ocorra. Para tal finalidade, faz o diagnóstico de inconsistências e problemas, depois estuda e aplica estratégias para neutralizar e corrigir o problema. Desse modo, garante que os recursos sejam adequadamente aproveitados.

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Subsidia a formação de líderes futuros

Nenhum líder permanece para sempre na empresa. Cedo ou tarde, ele deve sair e deixar que outro profissional assuma o seu lugar. O problema é que esse processo sucessório não é fácil e, se alguém pouco capacitado assumir a liderança, os danos serão grandiosos.

Nesse caso, o líder também tem um papel-chave: ser um multiplicador de conhecimento. Ele deve preparar outro profissional para sucedê-lo no momento certo. Assim, a transição se torna mais fácil, e tanto a empresa quanto os profissionais são beneficiados.

Promove um mindset de crescimento

O termo mindset designa um modelo mental, ou seja: uma forma de pensar sobre algo. Grandes líderes contam com um mindset de crescimento. Eles sabem que o mercado não conta com limites fixos e que é possível alcançar resultados fora da curva.

É interessante que esse mindset seja contagiante. Se o líder acredita no crescimento, seus subordinados também tendem a acreditar. Isso não apenas gera mais esperança quanto ao futuro do negócio, mas também promove mais energia, audácia e engajamento diário.

Qual a relação entre liderança e motivação?

O que a palavra “motivação” quer dizer? Em suma, motivação é a energia que impulsiona as pessoas na realização de certas atividades. A teoria da psicologia diz que essa energia é intrínseca a cada pessoa. Sendo assim, é mais uma automotivação. Qual é, então, o papel do líder?

Em essência, o líder tem a tarefa de criar as condições para que a motivação exista.

Para ficar mais claro, veja a teoria da hierarquia das necessidades. Ela foi elaborada pelo psicólogo Abraham Maslow. Segundo Maslow, a motivação nasce da busca das pessoas pela satisfação das suas necessidades. Essas necessidades existem na seguinte sequência:

  1. Necessidade fisiológica (comer, dormir, beber água, etc.);
  2. Necessidade de segurança (estabilidade no emprego, segurança da família, etc.);
  3. Necessidade social (fazer amigos, conversar, amar, etc.);
  4. Necessidade de estima (reconhecimento, status, autoestima);
  5. Necessidade de realização (sentir que conquistou algo).

Tendo em vista essa hierarquia, o papel do líder é garantir que haja condições para que o profissional, dentro da organização, encontre oportunidades para suprir as suas necessidades. Para tanto, ao lado do RH, o líder deve promover boas práticas. Veja algumas sugestões:

  1. Avalie a temperatura, umidade e acústica do local de trabalho;
  2. Adote boas práticas e políticas de segurança na execução das tarefas diárias;
  3. Garanta que os talentos sintam algum grau de estabilidade no emprego;
  4. Crie momentos para a interação com colegas de trabalho, como um happy hour;
  5. Estabeleça um forte senso de meritocracia;
  6. Faça reuniões one-on-one frequentemente e ofereça feedbacks consistentes;
  7. Arquitete uma boa política de cargos e salários;
  8. Crie um programa para formação de novos líderes e sucessão da alta administração.

Essas práticas criam condições para que os talentos consigam suprir suas necessidades dentro da empresa. Por consequência, certamente ajudam a estimular a automotivação. Ou seja, os próprios talentos sentirão mais ânimo para alcançar resultados superiores.

Manual da motivação para o engajamento profissional

Como desenvolver a liderança dentro da empresa?

O desenvolvimento da liderança empresarial é algo essencial. É necessário refletir sobre programas para capacitar os profissionais que ocupam cargos gerenciais, além dos que ocuparão esses cargos no futuro. Nesse tópico, apresentamos algumas dicas de desenvolvimento.

Lembre-se: é necessário esforço próprio

Imagine um atleta de alta performance, como um corredor de 100 metros. Ele pode contar com uma estrutura olímpica, os melhores equipamentos e técnicos. Todavia, se ele mesmo não se engajar, aprimorando-se diariamente, dificilmente terá resultados surpreendentes.

Com o líder empresarial não é diferente. É preciso que ele queira se “afiar”, isto é, melhorar a cada dia. O progresso da liderança depende do empenho do próprio líder. Então, comece conscientizado o líder de que, em grande parte, o desenvolvimento depende dele mesmo.

Adote um programa de aperfeiçoamento dos líderes

A correta liderança depende de um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes. Essas competências devem ser desenvolvidas pelo líder com o apoio da empresa. Para tal fim, é interessante iniciar um programa de aperfeiçoamento de líderes.

Além de treinamentos tradicionais, o programa pode contar com feedbacks, bate-papos com executivos, estudos de caso, avaliação de desempenho, acompanhamento com psicólogo, e assim por diante. Nesse caso, o intuito é oferecer os insumos certos para o líder crescer.

Trabalhe com objetivos e metas bem estabelecidas

O líder de equipe, assim como qualquer outro tipo de profissional, precisa ser direcionado. Ele deve compreender o que a empresa espera e como o seu esforço diário, ao lado da equipe, pode contribuir para que a estratégia genérica do empreendimento seja alcançada.

Portanto, adote uma boa iniciativa de direcionamento. Deixe claro qual é a estratégia da empresa e quais são os objetivos de longo prazo, além de como tais diretrizes se desdobram em metas para o líder e para a sua equipe de trabalho. Dessa forma, ele obterá melhores resultados.

Implemente programas de desenvolvimento de novos líderes

Trabalhar os atuais líderes da empresa é, sem sombra de dúvida, uma importante missão. Mas também é preciso olhar para o futuro e preparar bons profissionais para que ocupem cargos de liderança nos próximos 5 anos. Ou seja, é preciso “preparar” quem está na base.

Há muitas formas de se fazer isso. Um programa de trainee, que seleciona e prepara jovens talentos para cargos gerenciais, é uma boa iniciativa. Também é preciso adotar programas de recrutamento interno, planos de carreira e sucessão, além de treinamentos pontuais.

Ofereça recompensas que sejam estimulantes

Por fim, lembre-se que boas recompensas podem ajudar no desenvolvimento da liderança. O líder carrega uma grande responsabilidade. Se tudo vai mal, ele é cobrado. De igual modo, se tudo vai bem e se as metas são batidas, ele deve ser reconhecido e até mesmo recompensado.

Existem diversos tipos de recompensas, sendo possível dividi-las entre financeiras (como uma bonificação ou participação nos lucros) e não financeiras (como um dia de folga ou uma vaga exclusiva na garagem). O ponto é: ofereça recompensas que estimulem a liderança.

Quais as competências que não podem faltar no líder?

Como explicado, o sucesso da liderança é uma função que depende não só do líder, mas também do contexto e da equipe de trabalho. De todo modo, para que haja sucesso, certas competências devem ser compartilhadas por todo líder empresarial.

A primeira delas é a habilidade de lidar com pessoas. O líder é quem verdadeiramente faz gestão de pessoas na empresa, pois seleciona, treina, alinha e desliga profissionais. Logo, o líder precisa ter tato para lidar tanto com times presenciais quanto com equipes remotas.

Outra competência essencial é a visão de longo prazo. As ações do líder não devem visar apenas o “agora”. Seu papel é projetar o futuro e avaliar o que deve ser feito hoje para que lá na frente os resultados sejam melhores. Uma visão imediatista não permite isso.

Deve-se ainda destacar a inteligência emocional. Mais do que QI, o líder deve ter preparo emocional para atuar em situações difíceis, como grandes crises e problemas subsequentes. Isso garante que, em momentos voláteis, ele consiga fazer uma boa gestão de mudanças.

Quais são os riscos da ausência da boa liderança?

A ausência de uma boa liderança pode agregar uma série de problemas. Primeiramente, os impactos positivos da boa liderança (apresentados no tópico quatro) não serão obtidos. Pior ainda: a empresa e os profissionais podem ser gravemente afetados. Veja como adiante!

Consequências aos profissionais e equipes

A má liderança resulta em diversos problemas na formação e na gestão de equipes. É preciso destacar que subordinados tendem a replicar o comportamento do seu superior imediato. Logo, se o líder é ruim, é provável que a equipe replique suas más práticas.

Os subordinados podem ter uma série de outros problemas, confira os principais:

  1. Falta de orientação ao longo do expediente;
  2. Pouco suporte para a realização de tarefas complexas;
  3. Dificuldade de estabelecer uma relação vertical (líder-liderado);
  4. Piora do clima organizacional (tornando-o tóxico);
  5. Ausência de um ponto de referencial para práticas diárias;
  6. Desalinhamento de toda a equipe de trabalho.

Tendo em vista esses problemas, o mais provável é que os profissionais talentosos optem por deixar a empresa ou por buscar uma colocação em outra equipe/setor. Além disso, tornam-se menos satisfeitos com o ambiente de trabalho, passando a atuar como detratores.

Consequências ao próprio empreendimento

O acúmulo de consequências negativas no micro (profissionais e equipes) resulta problemas no macro (empresa). Isso significa que a má liderança pode colocar a empresa em risco, gerando mais pontos fracos e tornando-a suscetível às ameaças externas.

Alguns dos principais pontos da má liderança, no âmbito da empresa, são listados a seguir:

  1. Falta de tato para antecipar variações do mercado;
  2. Dificuldade para encontrar e reter talentos, além de formar equipes de ponta;
  3. Aumento do número de erros, acidentes e conflitos no trabalho;
  4. Aumento dos custos operacionais diários;
  5. Redução dos resultados financeiros, como o lucro e a rentabilidade do negócio.

Se esses fatores não forem tratados, a empresa poderá ter sérios problemas para se manter no mercado. O primeiro passo, claro, é garantir que a liderança seja devidamente desenvolvida.

Agora você já está por dentro do assunto, entende como promover uma boa liderança na empresa e quais são os benefícios disso, além dos riscos de uma má liderança. Lembre-se sempre que o sucesso da liderança depende do líder, mas também do contexto e da própria equipe de trabalho. Se você conseguir desenvolver esses pilares, obterá resultados grandiosos.

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